Impacto do valor de condomínio, parte 3.

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Impacto do valor de condomínio, parte 3.

Miguez 04/11/2019 Compartilhar

Vimos aqui o prejuízo extenso que trás os elevados valores de condomínio, desde a redução de receita para os proprietários que dependem do aluguel a desvalorização na hora da venda. O caminho ingrato que conduz a desvalorização é o mesmo que sustenta na atualidade a baixa liquidez do mercado imobiliário, com consequência de grande encalhe de produtos no mercado de usados e novos.  Também mencionei na matéria anterior a ginastica dos síndicos na busca do equilíbrio entre receita e despesa.

Vamos às boas noticias, afinal já existem novas tendências e possibilidades que poderão ajudar a resolver esse imenso desafio econômico instalado no setor. Para começar pegando carona na evolução do mundo que clama por ações exaltando a sustentabilidade o conceito de prédios inteligentes (autossustentáveis) torna-se algo inevitável, estes terão que incluir em sua estrutura física captação de água das chuvas  e energia solar. Algumas construtoras, as mais antenadas com essa demanda, caminham para adaptabilidade na confecção dos seus novos projetos. Já é fácil encontrar esses modelos da nova construção civil em capitais como São Paulo e Brasília, importante frisar que isso já é uma realidade a mais de uma década em países do primeiro mundo. Em  prédios antigos a adaptação no DNA arquitetônico é inevitável, criando assim uma nova demanda no setor de engenharia que personalizará a estrutura física desses condomínios, a fim de atender o novo conceito. Outra implementação  tida também como um “conceito inteligente”  é  a automação dos  serviços de portaria, já conhecido como “portaria remota ou portaria virtual”. A “Portaria Remota” assim prefiro chamar, dispõe de acordo com a empresa tecnologia eficiente que propicia atendimento sensacional somado a segurança física do condômino. Esse conceito é dentre todos os mais modernos e disponíveis, aquele que pode produzir num curto espaço de tempo, grande economia nas contas, associado à eficiência em grande escala.  Esse serviço, no entanto,  quebrará paradigmas, pois  não é possível pensar nessa inovação sem o refazimento do conceito tradicional onde o porteiro carrega a sacola, manobra o veiculo, troca lâmpada e concerta o vazamento do apartamento.  A cooperação e reestruturação de alguns modos operantes serão fundamentais para o bem comum dos moradores e os bolsos dos proprietários.

Diálogo com Síndicos de variados tipos de prédios (pequenos a grandes) que buscam apresentar essas soluções para seus condôminos, tendo muitas vezes o impasse de não saberem quais as empresas nesse nicho atual, serem confiáveis e preparadas para atuarem com a excelência que o importante serviço exige. Semana que vem teremos mais informações sobre esse assunto tão emblemático. Peço que você registre seus comentários nas redes sociais e compartilhe nossa matéria.  Na hora de avaliar, administrar, comprar e vender, é preciso ter acesso a soluções na área imobiliária e jurídica de forma precisa e segura. Não hesite em me procurar.


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