9ª Matéria da série: Entendendo a Crise na economia imobiliária - Nossa atual economia imobiliária não é das piores e isso não é otimismo – Parte 1

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9ª Matéria da série: Entendendo a Crise na economia imobiliária - Nossa atual economia imobiliária não é das piores e isso não é otimismo – Parte 1

Esplendor 30/03/2018 Compartilhar

Para entender na prática um pouco da nossa economia imobiliária, com U$250 mil, cerca de  R$790 mil (referência R$3,16), se compra hoje uma boa propriedade em vários cantos auspiciosos dos EUA, a maior economia do planeta, também em Portugal, considerado o melhor país europeu para viver e ainda no Canadá, o segundo país com melhor qualidade de vida do mundo, enquanto aqui você compra um apartamento com varanda, 3 quartos, suíte, dependências e garagem, com aproximadamente 110/120 m2, em uma região dentro da Grande Tijuca.

Vale dizer que se trata de uma região privilegiada da cidade, onde em seu conglomerado de bairros, confere a Tijuca a melhor relação de custo e benefício em moradia no RJ.  

Esse imóvel comprado nos dias atuais, no inicio de 2014, custava em média R$1.050.000,00 e se o mercado de imóveis não tivesse sido freado pela CRISE politica e econômica em 2014, esse mesmo imóvel deveria estar custando, ao ritmo que vinha sendo corrigindo desde 2008, sempre acima da inflação, algo em torno de R$1.200.000,00 ou seja U$379 mil.

Essa soma vultosa, em uma cidade com título de “maravilhosa”, mas sem educação, segurança pública, saneamento básico, com grandes desigualdades sociais, tudo bem diferente da realidade do m2 mundial em cidades que não definham ano após ano. 


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