7ª Matéria da série: Entendendo a Crise na economia imobiliária - Orientar sem apavorar e explicar para corrigir e prevenir - Parte 2

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7ª Matéria da série: Entendendo a Crise na economia imobiliária - Orientar sem apavorar e explicar para corrigir e prevenir - Parte 2

Esplendor 08/02/2018 Compartilhar

Orientar sem  apavorar e explicar para corrigir e  prevenir  -  Parte 2


A crise imobiliária americana açambarcou a sua nação para baixo, e também outros países dependentes direta ou indiretamente de sua pujante economia, mas na época não foi o caso do Brasil, que vinha em outro viés. Prejuízos bilionários fizeram uma quebradeira generalizada, onde alguns dos protagonistas, os bancos, iam à bancarrota (falência) e com isso, o mercado de ações também se desvalorizava abruptamente, assim como os imóveis.

Milhares de propriedades no caminho da retomada pelos bancos credores, em função de uma forte e crescente inadimplência, tudo provocado pela “comentadíssima bolha imobiliária”. Uma política financeira equivocada que estimulou o consumo exagerado da sociedade sem prever responsabilidades.

Essa é a cara do capitalismo globalizado, liderado pela América, que não perdoa erros, inocentes e também os reclames dos mais inertes, mesmo que tudo isso aconteça no quintal de casa.

O Brasil nesse exato momento (2008) estava sendo blindado por ações do governo Lula, que mais tarde traria outras consequências e conferiria a tal governo a certeza de tê-lo sido um grande engodo, “ouro de tolo” e por fim, nos trazendo as crises (política,   econômica e violência) de hoje.   

Não quero politizar esse espaço, não é o objetivo, mas separando em miúdos, o setor imobiliário brasileiro, sobretudo o carioca, foi abençoado com as “ações do Lula e seu Clã”. Mobilizaram recursos e expectativas que ascenderam significativamente à área imobiliária no período entre meados de 2008 a meados de 2014.  O “Clã Lulense”, com seus objetivos, premissas, particularidades e intenções, nos deu efetivamente uma injeção de ânimo e fertilidade, quando olhamos o mercado imobiliário “antes e depois” da sua gestão.

Parecia que seguiríamos para uma  transformação, onde a paz, o progresso,  e a evolução da  sociedade  como um  todo e em todos os sentidos,  nos seria o caminho   básico e INERVITAVEL.  

Lamentavelmente, com a boa noticia do mercado imobiliário ascendente na gestão petista, vieram também as notícias que levaram o Brasil ao cenário de agora!   E aí vale lembrar a sabedoria de Ataulfo Alves que se tornou popular: “Laranja madura na beira da estrada. Tá bichada Zé, ou tem marimbondo no pé”


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